É isso que sou.
Poderia eu falar-te
Em tantos tons
Em infinitos níveis
Sobre o meu peito em chamas
E da minha mente excêntrica
Roteirizando nosso Carnaval em casa
Com fogueira e estrelas
Com a banda das cigarras.
Comigo tão mudada
Sem cerveja e sem cigarros
E, de manhã, com a certeza dos pássaros.
Poderia falar-te sobre a enchente
Que nunca sai nos noticiários,
Mas que arrasa com muita coisa
Que destrói a maior riqueza da vida,
Porque está aqui dentro de mim.
Agora, em sério
Fui tão sacana com outras
Que entendo o castigo de Deus.
Tenho me esforçado para melhorar.
E gostaria de saber,
Onde está a punição
De quem nunca ousou mudar?
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