terça-feira, 26 de janeiro de 2021

O distinto é que faz a diferença

A autenticidade 
Faz mal à vista
Do comum, do igual, do que é cópia.

O distinto, o ímpar, o desigual
Será sempre estranho, feio, oposto, 
Inimigo,

Numa luta onde só um luta,
O diferente, ainda assim, não sairá ileso,
Mas sendo ele o peso nas costas do comum,
Os passos tornam-se mais leves e longínquos.

Caminhar sendo quem se quer,
Não o que querem que sejas
E receber a preciosa atenção do banal
É a maior prova de que o mundo
Precisa daquilo que é legítimo.



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Ser luz quando a gente se conduz