sexta-feira, 26 de novembro de 2021

Aprendendo a dirigir-se

As velhas conhecidas versões de mim

Não morreram.

Frequentemente elas me visitam,

Aparecem do nada,

Não pedem licença,

Chegam falando alto, às vezes chegam a gritar, dão lição de moral e tudo...

A nova versão de mim

Apenas cala, escuta, entende a história, deixa as velhas versões se cansar...

Não é briga,

É estranho, difícil e novo.

Mas não é briga. 

Quando o novo toma a decisão

De calar,  perceber, escutar atentamente, acolher, incorporar e dar-se,

No fim das contas, como consequência, o novo é que toma a decisão.




Nenhum comentário:

Postar um comentário

Ser luz quando a gente se conduz