As velhas conhecidas versões de mim
Não morreram.
Frequentemente elas me visitam,
Aparecem do nada,
Não pedem licença,
Chegam falando alto, às vezes chegam a gritar, dão lição de moral e tudo...
A nova versão de mim
Apenas cala, escuta, entende a história, deixa as velhas versões se cansar...
Não é briga,
É estranho, difícil e novo.
Mas não é briga.
Quando o novo toma a decisão
De calar, perceber, escutar atentamente, acolher, incorporar e dar-se,
No fim das contas, como consequência, o novo é que toma a decisão.
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