quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Compadre

Alumiou
O céu de galeria
Em gravura sempre a rir
Mesmo que demore a rir
Se declararem o fim
Dos tempos
Dos direitos humanos
Da cerveja na taberna
Da vida da Lana
Da música entoando todos os ais.
Você disse que será jovem para sempre.
E eu acredito em você.


Você alumiou
O céu de alegria
Em cada chegada simpática
Afável, comunicativa.
Quando herdou a voz terna
De menino lindo quando chora
De menino luz quando ri,
Alumiou a vida, meu compadre.
Eu tenho pena do mundo,
Quando você mudar-se daqui.
Pois fique o máximo que puder,
Meu irmão, meu amigo, André.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Ser luz quando a gente se conduz