Nunca houve socorro,
Nunca haverá sopro que sare
Os socos da vida,
Nunca haverá de novo
O riso que foi raro.
Nunca conheci amor recíproco,
Todas as minhas paixões foram um grande equívoco.
Na maior parte do tempo,
Não vivo a vida,
Eu toco a vida
Do jeito que dá,
E eu fico imaginando, com este coração oco,
Eu troco o pouco que tenho
Por qualquer um que me abrace bem forte
E me ame como se eu não estivesse vivendo apenas
À espera da morte.
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