Eu, que lido com cada segundo da minha vida,
Exatas vinte e quatro horas por dia,
Duvido constantemente,
Me questiono se o caminho tomado está correto.
Hesito, nas retas, nas curvas, nas redes, nos precipícios,
Me questiono do princípio
Ao fim.
Fico a me indagar, a desconfiar, pra ser sincera,
Como pode ser
Que as pessoas que não estão em minha alma
Saibam tão bem as respostas
Das questões da minha vida
E dos passos que nem dei, eu não sei:
É, deveras, de se ficar com o pé atrás,
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