quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Algodão líquido

As nuvens se movimentando
Em silêncio
Proferem a mudança da terra
A dança das nuvens
A andança sem fim
Preferem a baderna à forma eterna
E gritam que o tempo vai e vem assim
Calado
Dizendo muito
E não precisa ser nenhum profeta
E nem ser poeta 
Para desvendar  
Que há esperança
Em meio à dança
De música muda.

Lívia Gallo

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Ser luz quando a gente se conduz